segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Construindo mapas mentais

A educação sempre nos acompanhou e irá nos acompanhar pelo resto de nossas vidas, para nós que pretendemos ter uma formação acadêmica que nos assegure um futuro que desejamos. Frequentamos escolas desde muito novos e em nossas vidas escolares os métodos de aprendizagem fazem a diferença no momento de aprendermos e fixarmos todas as informações que nos são apresentadas. Um dos métodos mais eficazes de aprendizagem é a prática de mapas conceituais, que consistem na escrita em cartões ou caixas, por exemplo, de termos ou conceitos  que conhecemos sobre determinado tema, os quais são relacionados através de uma ligação. Escolhe-se, portanto, um conjunto de conceitos a serem relacionados e então decide-se por um conceito para o estabelecimento da relação entre eles, escrevendo uma frase de ligação para esse par de conceitos escolhido. Pode-se fazer um mapa conceitual à mão ou usando um programa, podendo esse ser o Cmap Tools.



Acredito que fazendo uso dessa ferramenta de planejamento que é o mapa conceitual, torna-se mais fácil o estudo e consequentemente a fixação dos conceitos referentes a determinado assunto. Muitas vezes lemos bastante a respeito de algum assunto a ser estudado mas a impressão é que não memorizamos quase nada. Isso acontece devido à grande quantidade de informações que nos são apresentadas ou a falta de um planejamento de aprendizagem adequado. Por isso, a prática de mapas conceituais é uma das alternativas para quem pretende estudar de maneira rápida e eficiente, por relacionar construções conceituais  a partir de uma integração que forma verdadeiros mapas de conceitos que ultrapassam o papel ou a tela do computador e se instalam em nossas mentes. Dessa forma, fomos encarregados a fazer um mapa conceitual em aula afim de ficarmos familiarizados com esse método de estudo, que considero como não convencional.


Post referente à aula de Metodologia da Pesquisa Científica, ministrada pelo professor Eric Maheu, do dia 29/04/2015
Imagem disponível em <http://www.moodle.ufba.br/mod/book/view.php?id=74558>

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Biblioteca vazia, oficina da estupidez.

Estar em uma universidade requer do aluno empenho em suas atividades acadêmicas e isto inclui uma busca eficiente por melhores fontes bibliográficas e de estudo. Dessa forma, resta a nós, universitários, explorarmos os melhores ambientes e meios que contemplem tais instrumentos de estudo e pesquisa. E nada mais é aconselhável do que uma visita à biblioteca da Universidade, que possui as mais variadas ferramentas de estudo em diversas áreas.

Uma das aulas de Metodologia da Pesquisa Científica foi dedicada justamente a essa visita, em que os alunos foram encarregados de buscar diferentes meios de pesquisa da área do Direito. Foram encontrados periódicos que continham artigos, livros, revistas, etc. O que me chamou atenção foram os periódicos, que continham os mais variados assuntos da área do Direito e bastante atualizados. Ir a biblioteca é uma atitude pouco praticada por mim, que uso bastante a internet como fonte de pesquisa. Assim, pude aproveitar essa aula, que me despertou para uma prática tão simples e valiosa que é a visita à biblioteca universitária.




Post referente a aula de Metodologia da Pesquisa Científica, ministrada pelo professor Eric Maheu.
 Imagem disponível em <http://guiadoestudante.abril.com.br/vestibular-enem/agenda/hoje-31-ultimo-dia-inscricao-uesb-758854.shtml>

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Reconstruindo conceitos

Esta foi uma aula de reconstruir conceitos e conhecer como devem ser utilizados os termos numa instituição acadêmica como a Universidade. Nós crescemos e somos educados a seguirmos determinados moldes que nos são impostos inconscientemente, e muitos conceitos e termos acabam sendo usados erroneamente no nosso cotidiano. É comum ouvirmos algo do tipo: "Fiz uma pesquisa na internet e descobri os melhores alimentos para combater o câncer". Mas o fato é que a pesquisa não é tão simples assim de ser feita. O que realmente fazemos, geralmente usando a internet como ferramenta, é uma busca rápida por informações, que nem sempre são confiáveis. A pesquisa de fato requer um grande período de tempo de estudos usando objeto para observação, métodos, resultado e só então uma conclusão. Além do conceito de pesquisa, foi esclarecido a nós o conceito de ciência, que nos fez pensar o quanto ela é tendenciosa em algumas ocasiões. A ausência da certeza absoluta de algumas ciências faz-se necessário usarmos o ceticismo nos nossos estudos de maneira a ser feito um questionamento para o conhecimento, opiniões e crenças estabelecidas como fatos. 


Dessa forma, nós estudantes presenciamos uma aula um tanto quanto enriquecedora para formação de opinião. Reconstruir conceitos é sempre muito importante na formação de futuros profissionais, que realizarão seus trabalhos baseados na criticidade e não em paradigmas e crenças pré-estabelecidas.


Post referente à aula de Metodologia da Pesquisa Científica, ministrada pelo professor Eric Maheu, do dia 22/04/2015.

Imagem disponível em <http://penyebabkankeranda.blogspot.com.br/2015/02/gejala-kanker-otak.html>

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Novas experiências


Acredito que duas características minhas são bem marcantes: sou curiosa por novos conhecimentos e sou adepta a experimentos das mais variadas áreas. E esse período da minha vida não podia ser diferente. Depois de cursar dois semestres de um curso de naturais, cá estou iniciando meus estudos no Direito. Sempre gostei de matérias das ciências humanas, o que facilitou a minha escolha por esse curso.

Sobre Metodologia da Pesquisa Científica, sempre ouvi dizer que era uma matéria metódica que exigia detalhes e o uso de regras necessárias para a construção de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) e monografias. E essa necessidade foi discutida no primeiro dia de aula, mesmo que indiretamente. Para o correto funcionamento de qualquer estabelecimento, seja uma Universidade ou qualquer outra construção civil é necessário seguir regulamentações, representadas pelas regras da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). E não seria diferente na construção de textos acadêmicos. Foi discutido em sala de aula o comportamento de um universitário e o que esse diverge de um aluno de ensino médio. No ensino superior exige-se por mais responsabilidade, as notas de fato importam para futuras conquistas, fazendo com que o universitário se cobre ainda mais. Por enquanto, minhas expectativas para esta matéria estão sendo positivas. Primeiro pela forma de avaliação, que eu não conhecia, fugindo do comum. Segundo porque, na primeira aula, a discussão foi mais além do que quais são as regras e como aplicá-las num texto.

De fato uma técnica que sempre fui a favor na hora da aprendizagem é a prática, e nesta matéria a leitura de textos acadêmicos que respeitem as regras da ABNT é imprescindível e mais prazerosa.

Post referente à aula de Metodologia da Pesquisa Científica, ministrada pelo professor Eric Maheu
Imagem disponível em <http://www.gettyimages.com.br/>